Ééééé… saiu hoje, aqui no Brasil, o sétimo álbum do Marilyn Manson… Eu, claro, não pude deixar de ouvir e sim de fazer um review do álbum que todo mundo estava comentando.
“The High End Of Low“, é o sucessor do “Eat Me, Drink Me“, que foi criticado porque o Manson decidiu explorar nas letras as suas experiências amorosas e o divórcio com Dita Von Teese. Esse álbum segundo as línguas por aí, é um possível sucessor do “Antichrist Superstar“, “Mechanical Animals” e “Holy Wood (In The Shadow of the Valley of Death)“, que representam a fase mais foda do Manson. Esse álbum trás de volta ninguém menos que Twiggy Ramirez.
Bom, eu sim vou acompanhar faixa a faixa e dar o meu pitaco como boa fã, tiete enlouquecida e que tem um tesão enorme pelo Manson… asdhsahdisahduhasd
Deixa eu colocar a capa do CD aqui…

Marilyn Manson - The High End Of Low
O álbum foi lançado dia 20 de Maio lá fora. O primeiro single, foi da música que eu tenho vontade de sair chutando tudo e banguear até a cabeça doer… “Arma-goddamn-motherfuckin-geddon“, que foi lançado dia 14.
Eu já tinha algumas músicas vazadas do álbum, mas preferi esperar até sair tudo pra opinar decentemente. Então lá vamos.
1.”Devour” – É a música que me dá arrepios, Manson sussurrando “I can’t sleep until I devour you” ui … A primeira do álbum, eu gosto da letra dela, mesmo tendo muita repetição e tal. A coisa boa é que a música explode no final, trazendo os bons e velhos gritos do Manson de volta. *-* Aprovadíssima.
2.”Pretty as a Swastika” – Outra que eu aprovo… é a menor música do álbum todo, mas não deixa nada a desejar ao ser comparada com o trio de trabalhos do Manson que eu falei ali em cima. Gritos, Manson, guitarras, não preciso de mais nada.
3.”Leave a Scar” – “Whatever doesn’t kill you, is gonna leave a scar” e não é verdade? Essa música tinha outro nome… “Maybe Harmful If Swallowed“, ainda bem que trocou de nome, porque a letra não tem nada a ver. A música é boa, mas sai um pouco da linha das músicas anteriores, me lembra um pouco o “Eat Me, Drink Me” por causa da letra, mas tudo bem, é passável, mesmo não atendendo à chamada de sucessor do Antichrist…
4.”Four Rusted Horses” – Eu gostei da letra, Manson sempre é bom na coisa autobiográfica, e sim eu me identifico com muitas coisas. “Forbidden in heaven and useless in hell” é o ponto máximo pra mim. Gosto da música mesmo seguindo a música anterior e ser mais acústica, mais melancólica, mas apesar de os gritos que me fazem perder o juízo estarem faltando, é uma música aceitável também.
5.”Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon” – Aaaaaaaaah, a música que eu tenho vontade de chutar, me bater, gritar e banguear até perder a consciência, tenho vontade de fazer outras coisas também, mas abafa… Eu juro que eu saí pulando no meio da sala asiudhsauihdiashd. Perfeita, eu nem tenho o que falar dela, digna pra ser sucessora do trio lá de cima com certeza. É Manson, no refrão tradicional que só ele sabe fazer.
6.”Blank and White” – Seguindo na mesma linha, vem essa outra que eu pulei que nem condenada ouvindo também. Gente, me põe num quarto com esse cara e essas músicas e me tira de lá depois de 2 meses faz favor? Eu agradeceria do fundo da alma… Sim, eu gostei da letra “Like all those stupid teenage girls“, ela junto com Manson berrando às vezes, é perfeita também. O suspiro do final prefiro não comentar.
7.”Running to the Edge of the World” – Não, não gostei… justamente porque cai na linha do melancólico-chato-acústico-dor-de-cotovelo… ser autobiográfico é legal, mas tem uma hora que enche… e essa música enche. A letra é fofurenha, “Se lembra quand eu te levei no topo da montanha“, “Fomos algo fatal que caiu nas mãos erradas” mimimimi….aliás SEIS LONGOS minutos de mimimi? Tô fora e próxima por favor.
8.”I Want to Kill You Like They Do in the Movies” – NOVE minutos? Oi, o Manson endoidou? Só pode, sinceramente? Não combina e não tem nada a ver com ele. Repeteco também na letra, a música poderia durar a metade do tempo e aí sim quem sabe ela ficaria audível… tipo, chega uma hora que ela enjoa ou mais popularmente, ela dá no saco. Concordo que o Manson falando mansinho me desconcentrou, mas mesmo assim não, não e não. Lendo a entrevista pra Kerrang! espanhola, descobri que essa música já teve 25 minutos e foi feita para Rachel, a ex-namorada dele. Logo, fora!
9.”WOW” – WOW! asudhsaiuhduashd… Voltando à uma música que presta, ela me fez ter a visão que eu sempre tenho do Manson, mas foi mais gostoso dessa vez asdhasudhaisuhdusahd… Que visão é essa? Simples, SE-XO! Manson falando wow arrepiei… Digna de strip, de agarrão, aliás, digna de ser tocada em um club gótico de strip, se existisse… faz jus ao trio, mas de um jeito diferente… enfim, digna de Manson (=
10.”Wight Spider” – Achei um tanto quanto parecida com o que tem no “Holy Wood“. Letra? Booa… “I’ll possess you but I don’t need you to be another one of my possessions“, “And I won’t make you kneel, for anyone but me“… Gosto das letras assim, onde rola uma submissão e tal, e não, eu não sou louca. A música tá boa e segue a mesma linha da “WOW“… Mesmo tendo uma leve dor de cotovelo no final e podendo ser levemente mais rápida ou agressiva, mas mesmo assim eu gostei e tá aprovada.
11.”Unkillable Monster” – É… marromenos… volta pro acústico e pro mimimi… mas pelo menos ele grita, é o que teoricamente vale…”Why is my wound a front door to you? Am I my own shadow?” alguém avisa pra ele que mulher não vale nada e ficar de mimimi enche? Não, não to sendo cruel, to sendo realista… Quero o Manson porra louca e boca suja de volta… só isso. Curti muito não, facilmente passável. Próxima!
12.”We’re from America” – Yeeeah… Manson polêmico de volta nessa música… “We’re from America, where Jesus was born; we’re from America where we speak American” e “God is an excuse.” Eu vibreeei… \o/ Quase no mesmo estilo de “Fight Song” ou “Beautiful People“… Pulei e berrei também no meio da sala. Tem apologia à políticas anti-aborto, pró-vida e todo aquele blá blá blá americano… E sim, ele desce o sarrafo…*-* Eu amei!
13.”I Have to Look Up Just to See Hell” – Dessa música que foi tirado o nome do álbum. Segue a linha das músicas boas do CD, letra e vocais clássicos do Manson que eu tava com saudade “You can take me… The grave can take me the earth is waiting to eat us alive I love you damaged“, “I have to look up just to see hell the light shines in the darkness and the darkness will never understand it.” Gostei sim, de verdade.
14.”Into the Fire” – Voltemos ao mimimi tão presente, mas a diferença nessa música é que pelo menos rola um piano, um vocal ligeiramente mais agressivo, o que já faz ela ganhar pontos positivos. Mesmo cortando o clima que as duas músicas anteriores traziam. É uma música boa sim, eu achei.
15.”15″ – Essa tem história, eu estava curiosa para ouvir porque a música fi feita dia 4 de Janeiro, dia do aniversário do Manson e ele disse que cantou “15″… “Me dei conta que cantei exatamente o que sentia, então soava como uma ficha técnica do fim para mim, que vocês escutam saind de um cinema“. Eu tinha lido a letra antes e já tinha achado ela bem interessante. Agora ouvindo ela inteira, eu me apaixonei, talvez por me identificar com 100% da letra. “Leaving me alone to die is worse than having the guts to kill me.“. É lenta, é melancólica, não é mimimi… gostei!
É, eu sou bem pervertida quando se trata de Manson, deu pra notar. Mas isso não vem ao caso.
O álbum, como deu pra perceber é cheio de altos e baixos. Não é melhor que o “Antichrist Superstar“, mas com certeza é melhor que o “Eat Me, Drink Me“, tanto é verdade que o próprio Manson diz em uma entrevista “Não vou mais tocar a maioria das músicas desse CD. Não é traumático para mim escutá-las, mas eu não quero lidar com isso agora.“.
Quando a pergunta foi sobre o novo álbum ele respondeu “Ser eu é complicado o bastante – onde escrever músicas sobre isso infelizmente não. Eu sou eu mesmo nesse álbum. Contei minha raiva, minha dor, minha estranheza e um senso de humor especial. Eu queria fazer um CD que mostra o quão complicado é ser eu. E eu não pude e não queria fazer de uma perspectiva distante ou uma personagem. Não posso inventar coisas que são mais complicadas que minha vida pessoal.“
Levando em conta isso tudo… Eu digo que o álbum fez jus à visão que o Manson teve, era o que ele esperava, logo ninguém tem o “direito” de dar pitaco.Tem música acústica e mimimi? Tem. Mas tem também o bom, velho e provocativo Manson de volta.
Com um placar de 10 x 5 pras músicas boas, é um CD bom sim, provavelmente não bom o bastante para ser chamado de sucessor do “Antichrist Superstar“, mas é bom. Eu recomendo!
É esse disco esta muito bom, acho que rolou um leve exageiro em falar que ele era o melhor disco do Manson, e também não é o caso dos discos anteriores serem ruins ao ponto desse disco ser uma “quebra” da fase ruim. Não é como o DeathMagnetic do Metallica – um disco fraco que foi ovacionado por quebrar uma fase de 10 anos de merda do metallica.
Enfim, depois vou escrever o meu review também.
bejo bejo.
Bom, lendo um pouco sobre as faixas que vc colocou, eu fui outro dia ver se ja tinha chegado o cd aqui na minha terra e ufa enfim chegou,apenas naum tinha grana no presente momento para comprar, mas pude ouvir um pedaço de cada musica na estação da loja e putz é como vc diz… eu no começo estranhei o cd, mas depois gostei….e pra finalizar acho q manson apenas quiz brincar com nossas mentes nos confundindo a cabeça e ao mesmo tempo poder desabafar toda a agunstia e dizer boas vindas ao twiggy! é isso! abraços!